1.5.17
DE ABRIL SE FEZ MAIO
Etiquetas:
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Local:
Viseu, Portugal
24.4.17
20.4.17
DÍVIDA PÚBLICA, ESSE ESPECTRO QUE NOS ATORMENTA...
Etiquetas:
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Local:
Viseu, Portugal
13.4.17
URGE FAZER JUSTIÇA ÀS LONGAS CARREIRAS CONTRIBUTIVAS
Local:
Viseu, Portugal
20.2.16
8.2.16
Ler, reflectir, aprender, aplicar
A Origem da Família da Propriedade Privada e do Estado
de Friedrich Engels
Etiquetas:
Friedrich Engel,
Ideologia,
Leninismo,
Marxismo
Local:
Lisboa, Portugal
27.3.15
"A César o que é de César"
Decorreu
entre 26 e 27 de Março, uma greve nacional do sector da Vigilância
Privada, promovida pelo Sindicato dos Trabalhadores das Actividades
Diversas – STAD, antigo sindicato dos contínuos e porteiros
(fundado em 1941), agora mais vocacionado para os trabalhadores dos
serviços de portaria, vigilância, limpeza e domésticas.
Se
no momento actual é o sector das limpezas o que mais trabalhadores
tem, o sector da vigilância privada secunda-o mas, pela
especificidade e enquadramento jurídico do exercício profissional,
é o mais “delicado” no que concerne à abordagem sindical na
defesa dos direitos e interesses destes trabalhadores.
Já
se pode afirmar que a adesão à greve foi um estrondoso êxito,
mesmo sabendo que a dinamização da mesma, mormente alguns meios
destacados para o efeito, esteve longe da exigência que tal luta
merecia, pela sua razão e número de trabalhadores envolvidos.
É
verdade que nunca é tarde para “abrir os olhos”, que nunca é
tarde para lutar, mas o processo que este sindicato conduziu,
deve ser estudado.
Sou
dos que me solidarizo com a luta dos trabalhadores deste sector na
defesa dos seus direitos contra o roubo que o patronato quer fazer, a
coberto da Legislação laboral destas “maiorias” PSD/CDS/PS e a
cúmplice e traiçoeira conivência da UGT, mas também sei, por
muitas e repetidas experiências, que estes processos devem ter o
envolvimento, o esclarecimento e a mobilização dos trabalhadores,
desde o seu início.
A
direcção deste sindicato (*) usa e abusa da afirmação de que é
defensora do “sindicalismo do diálogo” (formato UGT
digo eu...) em alternativa ao sindicalismo de classe
preconizado pelos sindicatos da CGTP (ironia do destino,
é na CGTP que este sindicato é filiado) daí o resultado.
Andaram a “dormir” ou a “dialogar” como dizem e agora, em fim
de “linha”, para co-responsabilizar os trabalhadores de um
possível “desastre” (esperemos que não).
É
tempo de o sindicato ser devolvido aos trabalhadores para a
concretização de um sindicalismo de classe que assegure uma
efectiva, continuada e envolvente luta em defesa dos interesses de
classe.
(*) O presidente da assembleia geral e coordenador (?!) deste sindicato é coordenador da "corrente sindical socialista na CGTP"
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CGTP,
Contratação Colectiva,
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Sindicatos,
STAD,
UGT,
Vigilância Privada
Local:
Lisboa, Portugal
23.3.15
Estou de volta
Com
um pedido de desculpas, particularmente aos meus fieis leitores,
venho comunicar que estou de volta na partilha das minhas reflexões
sobre as mais variadíssimas temáticas da sociedade com
predominância para as questões políticas em geral, sociais e
laborais em particular.
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